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Atualizado em 21/07/2019 às 09h20

Nova empresa de cogestão do Compaj terá agentes armados dentro da unidade

Reviver Administração Prisional Privada Ltda. começou a atuar no Estado no dia 10 de julho. Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus
Danilo Pousada/GloboNews
Vigilantes armados passarão a atuar nas guaritas e muralhas do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) - que foi palco dois massacres, em janeiro de 2017 e junho deste ano. A nova medida será aplicada pela empresa que assumiu a cogestão da unidade no dia 10 de julho, Reviver, que receberá cerca de R$ 4,8 mil por cada interno.
A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) afirmou que a utilização de vigilantes privados nas muralhas do Compaj ocorre após um “entendimento de que a atividade não deveria ser necessariamente exercida pelo Estado”. Com isso, parte do efetivo de policiais militares que atuavam na unidade foi utilizada para compor o Grupo de Intervenção Penitenciária (GIP) e os demais foram recolocados nas ruas da capital.
De...

Fonte: Globo.com

AM - Manaus

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