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Atualizado em 18/08/2019 às 15h00

Etanol americano pode adiar (de novo) triunfo do biocombustível brasileiro

No Brasil, setor ensaiou uma recuperação, mas pode ser prejudicado caso o governo opte por zerar as tarifas do combustível de milho, importado dos Estados Unidos. Em junho de 2008, na sede do braço da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma defesa apaixonada do etanol brasileiro.
Segundo ele, o biocombustível transformaria o Brasil no maior produtor de combustíveis renováveis do mundo, uma "Arábia Saudita Verde", em alusão ao país árabe que lidera a produção mundial de petróleo.
Mas a história não se desenrolou como o ele previra. Uma série de acontecimentos – entre os quais o congelamento dos preços da gasolina implementado pelos governos petistas como forma de tentar segurar o aumento da inflação – desidratou a agroindústria canavieira. Dezenas de usinas foram fechadas, e outras tantas pediram falência ou entraram em...

Fonte: Globo.com

Economia e Finanças

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