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Atualizado em 06/09/2019 às 16h40

Universidades do RS veem 'retrocesso' e 'fragilização' da ciência com novo corte da Capes

Entidades temem que, com constantes congelamentos de repasses aos programas de pós-graduação, futuro da pesquisa brasileira fique comprometido. Algumas, porém, não conseguem mensurar o impacto do corte, que deve seguir em 2020. Em meio a isso, alunos sofrem com incertezas. No terceiro congelamento de bolsas de pesquisa de pós-graduação deste ano, o Rio Grande do Sul perdeu mais 725 delas. Foi o segundo estado mais atingido, atrás apenas de São Paulo. O anúncio foi feito pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) na segunda-feira (2).
As instituições emitiram notas em relação a essa medida. Elas falam em "retrocesso" e afirmam que as descontinuidades "fragilizam o fomento às atividades".
Em levantamento realizado pelo G1, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi a instituição que apareceu com mais cortes de bolsas: são 217 que não estão permitindo a indicação de novos bolsistas. Na Universidade...

Fonte: Globo.com

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