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Atualizado em 12/06/2019 às 15h59

Motivo de homicídio de militar madeirense permanece um mistério

O militar dos Comandos acusado de matar outro com uma G-3, no Quartel da Carregueira, no concelho de Sintra, em setembro de 2018, guardava em casa munições reais do mesmo lote da munição usada para matar o jovem militar madeirense Luís Teles.Segundo o despacho de acusação do Ministério Público (MP), a que a agência Lusa teve hoje acesso, o arguido Deisom Camará, atualmente com 22 anos e em prisão preventiva desde 30 de novembro de 2018, conhecia a vítima Luís Teles Lima (pertencente ao 126º. Curso de Comandos), desde que terminou o 127.º Curso de Comandos, em novembro de 2016.Arguido e vítima, ambos com o posto de soldado, estiveram depois em missão na República Centro Africana (RCA) para integrar a segunda Força Nacional Destacada inserida na MINUSCA - Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização na República Centro-Africana -- em Bangui, entre 04 de setembro de 2017 e 05 de março de 2018.Após regressar da missão, a vítima...

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