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Atualizado em 18/08/2019 às 13h40

Pai vai à Justiça para mudar certidão de óbito antes de enterrar ossada da filha: "Ela não era indigente"

Anderson Quintanilha espera autorização para alterar certidão de óbito da criança, que foi registrada como indigente. Júlia tinha síndrome de West, que é uma doença rara, caracterizada por crises epiléticas frequentes e que dificulta a fala e a locomoção
Reprodução/Arquivo Pessoal
"Eu só quero poder dar um enterro digno para a minha filha que foi assassinada''. O desabafo é de Anderson Caldeira Quintanilha, de 32 anos, pai de Júlia Laport, de 10, que foi encontrada morta dentro de uma mala em janeiro deste ano, no distrito de Ipiabas, em Barra do Piraí, no Sul do Rio de Janeiro.
O padrasto da menina, Carlos Ramos Manoel, de 20 anos, responde pelo crime de ocultação de cadáver em liberdade. A mãe da criança permanece presa e será julgada na próxima segunda-feira (26).
Ouvido pelo G1, Anderson relata que ainda não conseguiu enterrar os restos mortais da filha, que estão Instituto Médico Legal, sete meses após a ossada ser...

Fonte: Globo.com

RJ - Rio de Janeiro

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