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Atualizado em 15/07/2019 às 14h00

Gota de sangue e digital em caixa de aveia: como peritos chegaram à autoria de chacina em Porto Alegre em 2015

Homem acusado de matar namorada e família dela foi condenado a 156 anos em julgamento no último dia 8 de julho. Ele era apontado como suspeito na investigação policial, e o Instituto Geral de Perícias contribuiu com as provas. Saiba como funciona o trabalho do Instituto-Geral de Perícias do RS
Uma gota de sangue confrontada com uma impressão digital encontrada em uma caixa de aveia, na cena do crime, fez com que peritos confirmassem a identidade do homem apontado como autor das mortes da namorada dele e de mais três familiares dentro da casa delas, em 2015, em Porto Alegre.
No último dia 8 de julho, Claudiomar do Nascimento da Rosa foi condenado a 156 anos, 6 meses e 20 dias de prisão após julgamento. A Defensoria Pública já informou que irá recorrer.
A reportagem da RBS TV foi até o Instituto Geral de Perícias para mostrar o trabalho dos especialistas. O IGP é responsável pelas análises nas cenas dos crimes. Investigações minuciosas que...

Fonte: Globo.com

RS - Porto Alegre

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