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Atualizado em 18/08/2019 às 05h20

E se eu morrer hoje?

Pense nas providências que poderão facilitar a vida dos que ficam O tema dessa coluna pode ser lúgubre, mas não tem nada de agourento ou assustador, uma vez que todos vamos morrer um dia. Se o tempo que nos resta é de semanas, meses, anos ou décadas, tanto faz: ninguém deveria se espantar com nossa finitude. A resistência em tratar de questões relacionadas à morte acaba tornando a vida dos entes queridos que nos rodeiam ainda mais difícil. No meio da dor da perda, com frequência eles têm que revirar papéis e tomar decisões num estado de grande fragilidade.
Uma amiga querida precisou fazer uma cirurgia delicada. Quando fui visitá-la, já totalmente recuperada, ela me disse que, na véspera da operação, pensou em contar para o filho onde estavam guardados documentos, registros de senhas e contatos com gerentes de banco. Acabou não fazendo, com medo de assustar o rapaz, que poderia achar que a mãe mentia sobre a gravidade da situação. Histórias...

Fonte: Globo.com

Saúde

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