Menu
Atualizado em 21/07/2019 às 01h20

Um pouco de vergonha pública não machuca, diz Rapinoe sobre vaias à Fifa


A atacante da seleção americana Megan Rapinoe, 34, virou símbolo da Copa do Mundo mais politizada da história do futebol feminino.

Gay e ativista nas bandeiras por igualdade racial e de gênero, a camisa 15 subiu o tom político antes mesmo do início do Mundial, afirmando que não iria "à porra da Casa Branca" se os Estados Unidos fossem campeões, em um conflito direto com o presidente americano Donald Trump.
Leia mais (07/21/2019 - 02h00)

Fonte: Folha UOL

SE - Aracaju

Notícias Relacionadas

ÚLTIMAS NOTÍCIAS