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Atualizado em 21/07/2019 às 11h00

Gustavo Galo descortina belezas e sentidos poéticos nos ruídos de álbum sobre mundo em ruína

Gustavo Galo foi um dos destaques da música brasileira em 2014 pelo alto voo poético alçado no primeiro álbum solo, Asa, disco de som cru, indie-roqueiro, pautado por minimalismo que também embutia certa intensidade.
Dois anos depois, o segundo álbum solo do artista paulistano, Sol (2016), abriu veia mais erotizada sem reeditar todo o brilho de Asa.
Terceiro álbum solo desse cantor e compositor paulistano revelado na Trupe Chá de Boldo, Se tudo ruir deixa entrar o ruído acaba de chegar ao mundo – na sexta-feira, 19 de julho de 2019, em edição independente do artista – com cacife para repor o nome de Galo novamente em destaque na cena musical nacional.
Capa de 'Se tudo ruir deixa entrar o ruído', terceiro álbum solo de Gustavo Galo
Caroline Bittencourt com arte de Ciça Góes
Roçando a coesão do seminal Asa, o álbum – precedido em junho pelo single que apresentou o dueto de Galo e Otto em Nijinski (Gustavo Galo e Enzo Banzo)...

Fonte: Globo.com

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