Menu
Atualizado em 18/10/2019 às 12h20

Trabalhadores portugueses queixam-se de ser explorados em hotel no Luxemburgo

Trabalhadores portugueses recrutados para trabalhar num hotel no Luxemburgo queixam-se de exploração, de trabalhar 90 horas semanais, dormirem num sótão sem condições e coacção por parte de uma portuguesa que gere o estabelecimento, a qual nega qualquer irregularidade.João (nome fictício) contou à Lusa que chegou em julho ao Luxemburgo, no seguimento de um anúncio que viu na net para ajudante de cozinha, num hotel em Vianden. Ofereciam um salário mensal bruto de 1.800 euros, refeições e alojamento e cinco dias em Portugal por cada seis semanas de trabalho, com o custo do voo a cargo do hotel.Além do trabalho no hotel, os portugueses também trabalhavam num restaurante do mesmo grupo empresarial e num serviço de sushi.“Chegávamos a trabalhar 90 horas semanais”, disse este português que, com 33 anos, lamenta a forma como outros portugueses, com menos idade e experiência, são tratados.Um desses “miúdos”, contou, esteve a trabalhar doente na cozinha do...

Portugal

Notícias Relacionadas

ÚLTIMAS NOTÍCIAS